Pela manhã bem cedo fomos
tomar um banho de mar para podermos usufruir daquela paisagem
maravilhosa que nos foi colocada em frente. As ondas estouravam
com muita força. A praia estava quase que isolada, com alguns
surfistas americanos acordando e aprontando suas pranchas para
surfar. A água estava incrivelmente quente. Eram sete horas da
manhã. Recuperados do cansaço, fomos até a oficina na cidade de
Caleta de Campos trocar o óleo do motor, revisarmos a troca da
correia, trocar mais duas correias do alternador e bomba da água
para garantirmos que não tenhamos outras surpresas. Compramos
correia de reserva também. Tudo visto, isto é tudo pronto,
seguimos viagem, saindo às 11:15h da manhã.
Estrada bastante arborizada,
com muitos animais que encontramos no caminho. Começamos a ver o
famoso jegue mexicano, que faz parte da cultura desse povo, e
aquele que estamos acostumados ver nos filmes.
Tomamos no trajeto um suco
diferente de abacaxi, chamado de tepache, não muito bom, pois
parecia que o abacaxi ou pinha como chamam estava maduro demais.
Tudo bem. O que vale é conhecer, experimentar. Comemos uma fruta
silvestre de nome de guna, que era servida com limão e chili
(pimenta). Este foi nosso almoço.
OBS: com a troca da correia
nosso ar condicionado voltou a funcionar. Foi uma alegria total,
uma beleza.
Às 19:30h chegamos à cidade
turística e litorânea de Puerto Vallarta, cidade grande e muito
interessante a ser curtida turisticamente. Demos um pequeno
passeio em um mercado de artesanato e circulamos pela cidade para
conhecê-la um pouco. Conhecemos um vendedor com um corsa que nos
seguia durante um longo trajeto pelo asfalto. Disse-nos que estava
procurando um quarto para dormir e como íamos na mesma direção
resolvemos procurarmos juntos e encontramos um com cinco camas na
saída da cidade. Dividimos em três e lá ficamos até a manhã
seguinte.