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DATA:
16 de junho de 2003
TRECHO PERCORRIDO: Ica (Peru) » Barranca (Peru)
KILOMETRAGEM: 511 Km
CONSUMO DIESEL: 65 litros
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Sol/Neblina
Já recuperados
dos efeitos do passeio aéreo, levantamos cedo e entramos em
contato com nosso mecânico no Brasil para tentarmos solucionar os
problemas com a caminhonete. Feito isto, seguimos viagem.
Em toda
Rota Panamericana no Peru encontrávamos a cada 20 ou 30Km a
Polícia de Carreteiras equipada com suas caminhonetes Pajero ou
Toyota, um contraste com a quase total frota de seu país (carros
velhos e batidos).
O
trânsito aqui é impressionante: ônibus e carros velhos,
mototáxi (versão motorizada do tricitáxi com a traseira
lembrando um carro de mola e a frente as vezes uma Kombi em escala
menor) e um certo carrinho de nome Tico (um Uno/Fiat tamanho
pequeno) que infestam todas as cidades, se cruzam a todo momento
tomando a direção que melhor lhes convier. Buzinam para tudo; é
impossível ficar sem ouvir uma buzina por mais de 5 segundos.
Pelo
final da manhã chegamos a Lima, ainda sob uma névoa ofuscante.
Como toda capital, tem todas as características de uma cidade
grande. Visitamos a Catedral e os Palácios do Governo, todos em
torno da Plaza de Armas.
Na
saída da cidade, cruzamos com uma autorizada Toyota e resolvemos
adentrar, feliz idéia, pois fomos bem recebidos e achamos que
agora tivemos nossos problemas solucionados.
Tomando
nossa rota para o norte, fomos abordados e multados pela tal
Polícia das Carreteiras, após muita conversa levaram-nos U$ 50
(a barganha foi difícil e extressante).
Anoitecendo
paramos em um balneário de nome Barrancas, no Hostal Victoria I
(U$ 3,50 p/pessoa).
Curiosidades:
-
A moeda peruana denomina-se Nuevo Sol ou Soles.
- Os
táxis e mototáxis dificilmente esperam seus passageiros em
pontos, ficam circulando o tempo inteiro e quando avistam algum
cliente em potencial buzinam.
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